Aos 56 anos vivendo a hora do balanço de uma existência que é um sulco bem traçado e profundo, já não mais preciso, e nem devo, correr atrás de possÃveis enganos. Vivo o momento em que as sombras, já esclarecem e que as ausências são lindas expressões de perenidade e criação. Sombras e ausências podem ser tudo ao passo que luzes e presenças confundem os mais precipitados, os mais jovem. Há pessoas que se colocam, embora estejam, que não se situam embora compunham o cenário da situação presumÃvel. A vida é de altos e baixos. Quando se vive em comum, cria-se uma solda e a consciência de que é preciso viver depressa. Concentrar talvez seja a palavra. Por isto entendi qu