"Ele olhava pela janela. O pôr-do-sol emoldurava o seu viver. Todos os dias era a mesma coisa, o rapaz na janela admirando o que de mais belo há no mundo, a prova de que todo fim é sempre um começo..."
Será que eu sei quem eu sou? Sou tantos e tão pouco. Tão santo e tão louco. Tão simplista e tão barroco.
Sou pé de serra e sou Gonzaga, também sou Chico e dá-lhe pedrada. Sou brasileiro, sou rock`n roll, sou gafieira. Eu sou quem sou.
Escrevo cartas e não mando, muitas delas para amores inventados, desejados, realizados, fracassados. Não as mando por medo, medo de que voltem sem resposta, medo de que voltem sem um sorriso, sem um afago, medo de que voltem com o peso