際際滷

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Porto Alegre
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Batendo gua Luiz Marenco Meu poncho emponcha lonjuras batendo 叩gua E as 叩guas que eu trago nele eram pra mim Asas de noite em meus ombros sobrando casa Longe das casa ombreada a barro e capim Faz tempo que eu n達o emalo meu poncho inteiro Nem abro as asas da noite pra um sol de abril Faz muitos dias que eu venho bancando o tino Das quatro patas do zaino, pechando o frio (Troca um compasso de orelha a cada pisada No mesmo tranco da v叩rzea que se encharcou Topa nas abas sombreras, que em outros ventos G端entaram as chuvas de agosto que Deus mandou) Meu zaino garrou da noite o c辿u escuro E tudo o que a noite escuta 辿 seu clarim De patas batendo n'叩gua depois da v