"Ao som do martelo
Cravando o Rei dos reis na cruz
Minhas correntes não resistiram
Ao som das gotas
Daquele sangue tocando o chão
Os meus grilhões tiveram que romper
E ao somdos pés do meu amado
Esmagando a cabeça da serpente
Minhas correntes tiveram que romper"