"A minha guitarra companheiro fala o idioma das águas, das pedras, dos cárceres, do medo do roubo e do sal...
A minha guitarra companheiro tem os demônios da ternura e da tempestade, é como um cavalo que rasga o ventre da noite, beija o relâmpago e desafia os senhores da vida e da morte...
Minha guitarra é minha terra companheiro, é meu arado semeando na escuridão um tempo de claridade...
A minha guitarra é o meu povo companheiro..."